Hospital Jequitibá — a nova ala da Clínica Jequitibá
Seu familiar recusa tratamento e a vida dele está em risco?
A internação involuntária é um recurso previsto em lei para quando a dependência química ou o transtorno mental impedem a pessoa de reconhecer que precisa de ajuda. Aqui ela acontece com laudo médico, segurança hospitalar e respeito à dignidade do paciente — do primeiro contato à alta.
Atendimento sigiloso · Atibaia, São Paulo · Equipe Experiente

Atendimento 24h
Equipe disponível para orientar sua família agora.
Laudo psiquiátrico
Avaliação por médico psiquiatra registrado no CRM.
Ministério Público
Comunicação oficial em até 72h da admissão e na alta.
Estrutura RDC 50
Ala construída conforme a norma da ANVISA.
Você reconhece essa situação?
Muitas famílias nos procuram quando um ente querido já perdeu o controle e se recusou a aceitar ajuda. Se algum destes pontos descreve o que você vive hoje, existe um caminho técnico e legal — e você não precisa decidir sozinho.
- Ele já perdeu o controle sobre o álcool ou as drogas e nega o problema.
- Existe risco à vida dele ou à segurança de outras pessoas em casa.
- As tentativas de conversa, promessas e tratamentos anteriores não se sustentaram.
- A família está exausta, com medo de agir e com medo de não agir.
O que é a internação involuntária
É um recurso previsto em lei para situações específicas: quando a pessoa não consegue reconhecer que precisa de tratamento e a saúde ou a vida dela — ou de terceiros — está em risco. A decisão nunca é arbitrária: exige avaliação médica, critérios técnicos e o cumprimento da legislação vigente.
"A internação, quando realmente indicada, não deve ser vista como um castigo, mas como uma oportunidade de recomeço. É um ato de cuidado, proteção e amor."
Como funciona, do primeiro contato à alta
1. Contato 24 horas
Você fala com nossa equipe por telefone ou WhatsApp, a qualquer hora, e recebe orientação sobre o caso e sobre os próximos passos.
2. Avaliação psiquiátrica e laudo
Um médico psiquiatra registrado no CRM avalia o paciente e emite o laudo circunstanciado que valida a internação.
3. Admissão, desintoxicação e estabilização
O paciente é acolhido na ala hospitalar, com monitoramento contínuo e os recursos terapêuticos adequados à gravidade do quadro.
4. Notificação ao MP e plano de alta
Comunicamos o Ministério Público em até 72 horas e também na alta, sempre com o objetivo de devolver a autonomia ao paciente.
Infraestrutura segura, conforme a RDC 50 da ANVISA
O Hospital Jequitibá foi planejado e construído de acordo com a Resolução RDC nº 50 da ANVISA — a norma técnica que define como deve ser a estrutura física de uma unidade de saúde. É a certeza de que seu familiar estará em um local seguro e fiscalizado.
Ambientes humanizados
Espaços físicos pensados para o conforto psicológico e a reabilitação.
Segurança total
Estrutura adaptada para evitar riscos de autoagressão em momentos de crise.
Monitoramento 24h
Postos de enfermagem estratégicos, iluminação e ventilação adequadas.




Rigor legal: Lei Federal nº 10.216/2001
Todo o processo técnico atende integralmente à Legislação Brasileira de Saúde Mental. Isso protege juridicamente a família e garante transparência total do tratamento.
Avaliação médica obrigatória
A internação só ocorre após laudo médico circunstanciado emitido por psiquiatra.
Notificação ao Ministério Público
Comunicação oficial em até 72 horas após a admissão e também no momento da alta.
Medida temporária de proteção
O foco é a desintoxicação e a estabilização, devolvendo autonomia para que o tratamento siga de forma voluntária.
O que a nova ala hospitalar oferece
Um ambiente que reúne segurança, assistência especializada e uma equipe preparada para conduzir casos graves — favorecendo uma recuperação consistente e duradoura.
- Estrutura preparada para pacientes com maior grau de gravidade.
- Monitoramento contínuo e avaliação clínica frequente.
- Recursos terapêuticos específicos, como medicações injetáveis quando indicado.
- Equipe capacitada para conduzir casos que exigem acompanhamento psiquiátrico intensivo.
- Maior estabilidade na fase crítica, evitando interrupções precoces do tratamento.

Uma palavra do nosso diretor médico
"Não tenham medo de buscar ajuda. Sei que é um momento difícil, cheio de dúvidas, culpa e sofrimento. Mas a dependência química e os transtornos relacionados são doenças e, como qualquer doença grave, precisam de tratamento especializado."
"Ao longo de mais de 50 anos como médico, sempre tive um propósito claro: tratar cada paciente com respeito, ética e humanidade. Jamais tratar mal alguém que está sofrendo."
Dr. Maurício Morales HoriguelaPsiquiatra e Diretor Médico · CRM/SP 19733 · RQE 68098

Quem vai cuidar do seu familiar
Dr. Maurício Morales Horiguela
Psiquiatra e Diretor Médico
CRM/SP 19733 · RQE 68098
Dra. Maxilaine Nonato
Psiquiatria Infantil e Adulto
CRM/SP 202116
Dr. Matheus Simões La Salvia
Médico do Esporte e Emagrecimento
CRM/SP 202715 · RQE 137115
Dr. Walter Carlos Girardelli Baptista
Clínica Médica
CRM/SP 133391 · RQE 471471
A equipe multidisciplinar conta ainda com psicólogos, terapeutas, enfermeiros, técnicos de enfermagem e farmacêutico, em constante atualização científica.
O que levar no dia da admissão
Para iniciar o processo com segurança jurídica, solicitamos os documentos ao lado. Se faltar algum item, fale conosco — orientamos sua família passo a passo.
- RG e CPF do paciente (se houver).
- RG, CPF e comprovante de residência do familiar responsável.
- Documento que comprove o grau de parentesco (certidão de nascimento, casamento etc.).
- Laudo de médico psiquiatra — caso a família não tenha, nossa equipe realiza a avaliação na chegada.
Perguntas frequentes sobre a internação involuntária
Pedir ajuda pode ser o primeiro passo para transformar uma vida
Cada caso é avaliado de forma individual. Fale com nossa equipe agora, em sigilo, e entenda quais são as opções para o seu familiar.
- Estr. da Pararanga, S/N — Pedreira, Atibaia — São Paulo
- Atendimento 24 horas, todos os dias
